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Tangará da Serra-MT, de de
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Página
Inicial | Escrevendo |
| Do
sonho a realidade |
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Os
seis anos de história do Diário
da Serra têm suas raízes
há 25 anos. Evanir Tormes,
o Mano Reski, fez sua estréia
na imprensa pelas mãos do pai
Olivo Tormes, na Rádio Havaí,
da cidade paranaense de Capitão
Leônidas Marques.
Na emissora, Mano Reski começou
trabalhando como sonoplasta. Em seguida,
foi promovido a repórter, passando
a locutor de noticiários e,
mais tarde, repórter esportivo
e narrador. “Não faz
muito tempo ainda fazia meus bicos”,
diz Mano, mencionando os quebra galhos
que fez, como para a Rádio
Tangará, em Rondonópolis,
há dois anos, quando o Grêmio
- seu time do coração
- disputou uma partida contra o União,
pela Copa do Brasil. |
Em 1985, Mano veio para Mato Grosso, trazendo
consigo a esposa Silvana Andréia
Teixeira Tormes e os filhos Diego (20)
e Fabíola (19). Ramires, o terceiro
filho, tem 14 anos e já nasceu
em Mato Grosso. Bárbara, a caçula,
chegou no final de 1999. Diego e Fabíola,
cursaram respectivamente Publicidade e
Jornalismo. Ramires estuda em Tangará
e trabalha no DS. “E a Bárbara
bagunça o coreto”, completa
Mano Reski, em meio a gargalhadas e sob
repreensão da esposa Silvana.
Cuiabá foi a primeira parada de
Mano Reski e sua família em Mato
Grosso. Mano chegou a atuar na Rádio
Industrial de Várzea Grande, sendo
contratado mais tarde pela pioneira emissora
A Voz do Oeste. “Foi uma grande
escola”, recorda Mano, citando como
colegas os veteranos Laércio Arruda,
Macedo Filho, Toninho de Souza e Oliveira
Júnior.
A chegada em Tangará da Serra foi
em julho de 1988. Mano foi trabalhar na
Rádio Pioneira, passou pela Rádio
Tangará e chegou à TV Terra,
na época afiliada da extinta Rede
Manchete. Nas emissoras de rádio
atuou sempre na área esportiva,
como repórter e narrador. Na TV
é que teve a sua grande experiência
jornalística. “Fiz de tudo,
da cobertura esportiva à apresentação.
Adquiri muita bagagem na televisão”,
revela.
Veio o ano de 1996 e, depois do período
político, Mano passou a colocar
em prática um ideal há muito
mentalizado. “Queria montar um jornal,
desde que fosse diário. Já
tinha aquele know how do dia-a-dia”,
conta.
Entre todas as experiências que
teve ao longo dos seus mais de 25 anos
de atuação na imprensa,
Mano Reski destaca a diferenciação
do jornal em relação às
emissoras de rádio e televisão.
Para o fundador do DS, o rádio
e a televisão possuem mais agilidade.
“A importância de rádio,
TV e jornal é a mesma, mas as características
são bem diferentes. O rádio
traz a informação mais crua,
bruta, justamente por ser divulgada de
forma instantânea. A televisão
tem a imagem e uma característica
de informação altamente
sintetizada. Já o jornal é
mais preciso, mais detalhista, mais marcante,
já que a notícia impressa
não é volátil por
ser um registro mais perene. O profissional
de jornal é obrigado a compreender
mais a fundo a notícia”,
observa.
Sobre o Diário da Serra, Mano Reski
destaca que a filosofia do jornal é
a imparcialidade. “Noticiamos os
fatos como eles são, sem o condenável
sensacionalismo. Aliás, sensacionalismo,
jamais! Contamos a notícia pela
notícia, deixando que o leitor
tire as suas próprias conclusões”,
diz, lembrando que o DS em nenhum momento,
nos seus anos de existência foi
interpelado em razão de notícias
impróprias e sempre soube se retratar
nos poucos equívocos que cometeu.
Raramente é contestado quando divulga
fatos polêmicos justamente por ser
imparcial. “Somos avessos à
prática de empurrar filosofias
e posicionamentos goela abaixo. Não
é assim que se faz jornalismo.
Não é assim que os verdadeiros
profissionais de imprensa atuam. Não
podemos deixar de considerar que os nossos
leitores são exigentes e esclarecidos.
Temos um compromisso extremamente nobre,
que é informar a população.
Por isso, não abrimos mão
da seriedade e imparcialidade ”,
concluiu o diretor do Diário da
Serra.
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Edição
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